Governo Bolsonaro, acompanhe as reações

Novo Governo começa a ganhar forma com fusão de ministérios e já recebe críticas. Bolsonaro chega a Brasília nesta semana para se encontrar com Temer e com chefes dos outros Poderes

Governo do presidente eleito Jair Bolsonaro começa a ganhar corpo. O futuro chefe da Casa Civil, Onyz Lorenzoni (DEM-RS), vai coordenar a equipe de transição junto ao primeiro escalão de Michel Temer. Os bolsonaristas também começam a desenhar uma nova estrutura de ministérios. Segundo aliados do capitão de reserva, ele deve reduzir as atuais 29 pastas para 15. O próprio Bolsonaro chega nesta semana a Brasília para participar dos trabalhos da transição. Além de Lorenzoni, o presidente eleito já confirmou seus ministros da Economia (Paulo Guedes), da Defesa (Augusto Heleno) da Ciência e Tecnologia (Marcos Pontes) e Justiça e Segurança Pública (Sergio Moro).

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Talita Bedinelli

“Se não tiver recurso para cadeia, amontoa o cara [o preso] lá”

Ainda na entrevista dada a Datena, nesta segunda-feira, o presidente eleito criticou as declarações dadas por um ministro do Supremo Tribunal Federal no jornal O Globo, de que a política linha dura de Bolsonaro aumentará o encarceramento maciço e que a jurisprudência do STF não pemitia isso sem a criação de novos presídios. “Cadeia, se você tiver recurso, amplia. Se não tiver, amontoa [o preso]. Se não tiver recurso, lamento, vai ter que amontoar o cara lá”, disse ele.

Bolsonaro afirma que buscará “meio-termo” com Moro sobre temas divergentes

O presidente eleito Jair Bolsonaro afirmou nesta tarde, em entrevista ao vivo para José Luiz Datena, na Bandeirantes, que ele dará carta branca para Sérgio Moro em questões ligadas ao combate à corrupção e ao combate ao crime organizado. Porém, afirmou ele, em temas em que eles discordam, “chegarão a um meio termo”. Bolsonaro citou como antagonismos entre ambos a ampliação da posse de arma de fofo e a demarcação de terras indígenas que, segundo Bolsonaro, não será mais feita durante seu Governo.

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