Baldez fala sobre a necessidade da indústria se renovar em artigo

Fiema –  Em seu recente artigo “A indústria precisa se renovar”, publicado no final de semana no jornal O Imparcial, o presidente da FIEMA, Edilson Baldez das Neves, fala sobre a Expo 2020, em Dubai, onde participou como representante da FIEMA e integrante da missão empresarial comandada pela Confederação Nacional da Indústria(CNI) .

Baldez ressaltou que o Invest in Brazil Forum organizado pelo governo brasileiro, consolidou-se como o maior simpósio de investimentos do Brasil e da América Latina e como elo de conexão dos setores público e privado para acesso a alta tecnologia.

Segundo o presidente, neste encontro, o mundo tomou conhecimento das potencialidades de negócios do Brasil, muito além do forte segmento do agronegócio.

“Foi uma excelente oportunidade para divulgar o que a indústria de transformação, setor que mais investe em inovação, e sempre atento à necessidade da automação da indústria 4.0, é o caminho possível para ampliar a competividade e adequar o parque fabril nacional aos novos processos produtivos, bem mais eficientes. Esse, com certeza, é um trunfo muito importante para o nosso futuro industrial.”, destacou Baldez.

“Para ser protagonista do ciclo de crescimento que se anuncia, o Brasil precisa de uma indústria forte e dinâmica, como bem disse o presidente da CNI Robson Andrade em seu pronunciamento em Dubai. Com a expansão da demanda para produtos de alta tecnologia, ela tem que estar pronta para a produção de bens tecnicamente mais sofisticados e exigidos pela sociedade. Com a entrada do país nesse novo eldorado poderá provocar maiores rendimentos ao trabalhador qualificado e acelerar ganhos de produção e maior riqueza para a nação. É sempre bom registrar que, de cada R$ 1,00 produzido pelo segmento industrial, são gerados R$ 2,40 na economia nacional”, enfatizou Baldez no artigo.

Segundo o presidente da FIEMA, as pautas mais relevantes da Expo 2020 discutiram as mais altas tecnologias do planeta. Um ambiente a que poucos tem acesso, mas que caminha para ser o diferencial da nova ordem industrial mundial.  O consumidor quer novidades que concentrem alta tecnologia em produto diferenciado. Já possuímos um exemplo prático dessa revolução: o automóvel elétrico, que deixou de engatinhar e já começa a ser realidade. O seu diferencial está apoiado em práticas sustentáveis e os efeitos da sua produção acelerada modificará a matriz energética. Aposentará o petróleo e poderá implantar nova métrica para o setor de eletricidade.

“Na FIEMA, estamos em constante acompanhamento das novas tecnologias. O nosso Grupo de Trabalho Pensar o Maranhão estuda propostas para o desenvolvimento do nosso estado. Nos engajamos no projeto aeroespacial brasileiro que está sendo implantado no Centro Espacial de Alcântara. Além de contar com a aprimorada tecnologia de lançamento de satélites, atrairá as grandes empresas internacionais e empregos sofisticados e renda, possibilitando a criação de cenário de boas expectativas econômicas e sociais para o nosso estado”, finalizou Baldez.

Leia aqui o artigo na íntegra

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