Desafeto de Bolsonaro, DiCaprio estimula voto jovem no Brasil

Veja – divulgou site com passo a passo para obter título de eleitor; o prazo se encerra na semana que vem.

O ator americano Leonardo DiCaprio foi às redes sociais nesta sexta-feira, 29, para divulgar uma campanha que incentiva jovens com idade a partir de 16 anos a obter o título de eleitor no Brasil. Ele ainda ressaltou que as eleições brasileiras são importantes para o mundo todo, por causa do meio ambiente.

“O Brasil abriga a Amazônia e outros ecossistemas críticos para a mudança climática”, escreveu DiCaprio no Twitter. “O que acontece lá importa para todos nós e o voto dos jovens é chave na promoção de mudança para um planeta saudável.”

O ator compartilhou o link de um site que traz informações sobre o registro do título de eleitor, direcionado a jovens. O prazo para regularizar o título de eleitor se encerra na semana que vem, na quarta-feira, 4 de maio. O site tem um passo a passo do procedimento, vídeos de jovens no TikTok e desenhos.

Em março, o ator Mark Rufallo também gravou um vídeo incentivando jovens brasileiros a tirar o título de eleitor.

DiCaprio já se envolveu em polêmicas com o governo Jair Bolsonaro (PL) por defender propostas relativas à Amazônia em ao menos quatro oportunidades, a primeira já em 2019, quando o ator americano criticou o aumento dos desmatamentos e queimadas na Amazônia. Bolsonaro chegou a responder dizendo que ONGs apoiadas por DiCaprio é que cometiam crimes ambientais — o que não é verdade.

DiCaprio também foi um dos artistas que enviaram carta a Joe Biden, logo que o presidente americano assumiu, pedindo que ele não negociasse acordos com Bolsonaro. O documento também tinha, entre outras, as assinaturas de Caetano Veloso, Sônia Braga, Orlando Bloom, Katy Perry e Roger Waters.

Durante uma palestra em uma universidade, sem citar diretamente o presidente, Moraes disparou: “Liberdade de expressão não é liberdade de agressão”. Um recado claro, diante da polêmica provocada pelo indulto concedido há pouco mais de uma semana pelo presidente ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), condenado à prisão pelo mesmo Supremo por incitar ataques aos seus ministros nas redes sociais

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