8 de fevereiro de 2026
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Portugal vai às urnas escolher novo presidente; socialistas lideram

Revista Fórum – Pleito português terá segundo turno pela primeira vez em 40 anos, com liberais fora da disputa após serem superados pela extrema direita.

Os portugueses vão às urnas neste domingo (8) para escolher o novo presidente em uma eleição histórica que opõe o Partido Socialista ao Chega, partido de extrema direita que se consolida como a segunda maior força política de Portugal. É a primeira vez, desde a redemocratização do país, que os liberais do Partido Social Democrata (PSD) ficam fora do segundo turno.

Pleito português terá segundo turno pela primeira vez em 40 anos, com liberais fora da disputa após serem superados pela extrema direita.

A disputa final será entre o socialistaAntónio José Seguro, que liderou o primeiro turno com 31% dos votos, e o ultradireitista André Ventura, que avançou com 23,49%.

Pesquisas indicam ampla vantagem socialista

A disputa final será entre o socialistaAntónio José Seguro, que liderou o primeiro turno com 31% dos votos, e o ultradireitista André Ventura, que avançou com 23,49%.

Pesquisas indicam ampla vantagem socialista

Levantamento do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop), da Universidade Católica, aponta o Partido Socialista com 70% das intenções de voto, contra 30% do Chega!, indicando uma possível vitória ampla dos socialistas.

Além da polarização inédita entre esquerda e extrema direita, a eleição deste domingo é a primeira em 40 anos a ter segundo turno em Portugal, sinalizando uma mudança profunda no sistema político do país.

Mudança que reflete cenário europeu

O cenário português acompanha uma tendência observada em outros países da Europa, onde o eleitorado tem se dividido entre projetos de esquerda e forças ultranacionalistas, com o enfraquecimento de partidos tradicionais de centro.

PSD sofre derrota histórica

O grande derrotado do pleito é o PSD, legenda que ocupa a Presidência da República há 10 anos, por meio do atual presidente Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em março de 2016 e impedido de concorrer novamente após dois mandatos consecutivos.

Mesmo com a provável vitória socialista, a eleição consolida o Chega!, fundado em 2019, como principal força de oposição nacional, com um discurso de ruptura institucional, ultranacionalismo e forte retórica anti-establishment.

Temas centrais do segundo turno

A ida da extrema direita ao segundo turno fez com que o debate eleitoral se concentrasse em dois grandes temas:

  • Reforma ou ruptura do atual modelo político,
  • Emergência climática, especialmente após enchentes que devastaram regiões de Portugal às vésperas da votação.

António José Seguro defende que o modelo atual de política interna e externa precisa ser profundamente reformado, mas sem rupturas institucionais. Já André Ventura aposta em um discurso de ruptura total, tanto na política doméstica quanto na atuação internacional do país.

Polarização e fim do centro político

Tudo indica que os socialistas devem vencer a eleição defendendo a reforma do sistema político. No entanto, o pleito revela um paradoxo: mesmo com a vitória da moderação, o cenário político português se mostra cada vez mais polarizado, com as forças centristas sendo gradualmente varridas do debate eleitoral — fenômeno que também se repete em outras regiões do mundo.

vantagem socialista

Levantamento do Centro de Estudos e Sondagens de Opinião (Cesop), da Universidade Católica, aponta o Partido Socialista com 70% das intenções de voto, contra 30% do Chega!, indicando uma possível vitória ampla dos socialistas.

Além da polarização inédita entre esquerda e extrema direita, a eleição deste domingo é a primeira em 40 anos a ter segundo turno em Portugal, sinalizando uma mudança profunda no sistema político do país.

Mudança que reflete cenário europeu

O cenário português acompanha uma tendência observada em outros países da Europa, onde o eleitorado tem se dividido entre projetos de esquerda e forças ultranacionalistas, com o enfraquecimento de partidos tradicionais de centro.

PSD sofre derrota histórica

O grande derrotado do pleito é o PSD, legenda que ocupa a Presidência da República há 10 anos, por meio do atual presidente Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em março de 2016 e impedido de concorrer novamente após dois mandatos consecutivos.

Mesmo com a provável vitória socialista, a eleição consolida o Chega!, fundado em 2019, como principal força de oposição nacional, com um discurso de ruptura institucional, ultranacionalismo e forte retórica anti-establishment.

Temas centrais do segundo turno

A ida da extrema direita ao segundo turno fez com que o debate eleitoral se concentrasse em dois grandes temas:

  • Reforma ou ruptura do atual modelo político,
  • Emergência climática, especialmente após enchentes que devastaram regiões de Portugal às vésperas da votação.

António José Seguro defende que o modelo atual de política interna e externa precisa ser profundamente reformado, mas sem rupturas institucionais. Já André Ventura aposta em um discurso de ruptura total, tanto na política doméstica quanto na atuação internacional do país.

Polarização e fim do centro político

Tudo indica que os socialistas devem vencer a eleição defendendo a reforma do sistema político. No entanto, o pleito revela um paradoxo: mesmo com a vitória da moderação, o cenário político português se mostra cada vez mais polarizado, com as forças centristas sendo gradualmente varridas do debate eleitoral — fenômeno que também se repete em outras regiões do mundo.

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