20 de março de 2026
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VÍDEO mostra desabamento de ponte que deixou 14 mortos

DCM – Novas imagens divulgadas nesta sexta (20) mostram caminhões e motos sendo arremessados durante o desabamento da Ponte JK, que conecta Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), no dia 22 de dezembro de 2024. O episódio deixou 14 mortos e três desaparecidos.

A tragédia ocorreu por volta das 14h50, quando o vão central da ponte colapsou, levando veículos para o fundo do rio. A estrutura da ponte, construída na década de 1960, era alvo de reclamações dos usuários devido ao seu estado de conservação.

Um laudo da Polícia Federal apontou que o desabamento foi causado pela deformação do vão central, resultado do excesso de peso dos veículos, especialmente dos dois caminhões que transportavam cargas perigosas, como ácido sulfúrico e defensivos agrícolas.

A tragédia gerou protestos e exigiu providências, com uma advogada cobrando ações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que afirmou que as demandas de indenização estão judicializadas e em processo de conciliação.

A advogada Melissa Fachinello, que representa pescadores afetados, afirmou que a falta de ação do DNIT em relação às indenizações é inaceitável. Ela criticou a falta de fiscalização e manutenção da ponte, considerando que a tragédia poderia ter sido evitada se houvesse mais responsabilidade no cuidado da estrutura.

O acidente gerou uma série de reações, com o vereador Elias Júnior (Republicanos) de Aguiarnópolis filmando a ponte momentos antes do desabamento para denunciar seus problemas. Em fevereiro de 2025, o que restou da ponte foi implodido, e as obras da nova estrutura, que passa pela BR-226, começaram logo em seguida. A nova ponte foi inaugurada no dia 22 de dezembro de 2025, um ano após o colapso.

Novas imagens divulgadas nesta sexta (20) mostram caminhões e motos sendo arremessados durante o desabamento da Ponte JK, que conecta Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), no dia 22 de dezembro de 2024. O episódio deixou 14 mortos e três desaparecidos.

A tragédia ocorreu por volta das 14h50, quando o vão central da ponte colapsou, levando veículos para o fundo do rio. A estrutura da ponte, construída na década de 1960, era alvo de reclamações dos usuários devido ao seu estado de conservação.

Um laudo da Polícia Federal apontou que o desabamento foi causado pela deformação do vão central, resultado do excesso de peso dos veículos, especialmente dos dois caminhões que transportavam cargas perigosas, como ácido sulfúrico e defensivos agrícolas.

A tragédia gerou protestos e exigiu providências, com uma advogada cobrando ações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), que afirmou que as demandas de indenização estão judicializadas e em processo de conciliação.

A advogada Melissa Fachinello, que representa pescadores afetados, afirmou que a falta de ação do DNIT em relação às indenizações é inaceitável. Ela criticou a falta de fiscalização e manutenção da ponte, considerando que a tragédia poderia ter sido evitada se houvesse mais responsabilidade no cuidado da estrutura.

O acidente gerou uma série de reações, com o vereador Elias Júnior (Republicanos) de Aguiarnópolis filmando a ponte momentos antes do desabamento para denunciar seus problemas. Em fevereiro de 2025, o que restou da ponte foi implodido, e as obras da nova estrutura, que passa pela BR-226, começaram logo em seguida. A nova ponte foi inaugurada no dia 22 de dezembro de 2025, um ano após o colapso.

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